terça-feira, 14 de junho de 2011

Mulheres e o ronco: riscos do distúrbio não atingem somente os homens

Distúrbios do sono e problemas com ronco são assuntos que afligem também as mulheres. O ronco é o primeiro sintoma que o organismo dá de que existe alguma coisa errada com a respiração durante o sono. Ele demonstra que a pessoa pode ter apneia - parada respiratória que ocorre enquanto adormecido e que pode ocasionar sérios problemas à saúde como hipertensão, enfarte do miocárdio e AVC (derrame). Segundo Dr. Eduardo Rollo Duarte, dentista e periodontista especialista em Odontologia do Sono, a ingestão de álcool e a menopausa, podem causar o ronco.


 “O álcool tem ação de relaxar os músculos do corpo, inclusive na região da garganta. Esse relaxamento ajuda a fechar o canal da passagem do ar, causando a vibração do ronco.”, explica Dr. Eduardo. Tudo que é em exagero gera consequências graves. Beber já faz parte da rotina de muitas pessoas, mas em excesso, além de provocar outros males a saúde causa uma noite mal dormida.
A menopausa pode ocasionar o ronco em muitas mulheres, por causa da perda ou diminuição dos hormônios femininos. “Essa redução aumenta o relaxamento da musculatura e favorece o distúrbio.”, afirma o dentista. A reposição hormonal pode ajudar, mas dependendo de outros fatores não é o suficiente para evitar o ronco. Segundo Dr. Eduardo, a manutenção de um estilo de vida saudável, principalmente visando o controle de peso é uma forma de ajudar a evitar problemas como ronco. O ideal, em casos de ronco frequente, é buscar tratamento.

O ronco ainda pode causar problemas bucais, os roncadores frequentementes reclamam de boca seca, o que contribui para o aparecimento da doenças bucais, como cárie e cárie radicular – em pessoas idosas, além de comprometer a gengiva favorecendo a gengivite e doença periodontal. “A boca seca causa a diminuição de saliva, que é um fator de proteção contra a proliferação de bactérias”, explica o especialista.

Lei proíbe profissional de saúde usar jaleco fora de hospital em SP

Médicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros e profissionais de saúde em geral estão proibidos de usar jaleco fora de hospitais e ambientes de trabalho de saúde em São Paulo. A lei estadual foi sancionada pelo governador Geraldo Alckmin e tem como objetivo evitar riscos de contaminação por bactérias levadas de um local a outro. O médico, CD, enfermeiro ou técnico que desrespeitar a lei pode ser multado em R$ 174,50. Se fizer de novo, a multa dobra de valor.
Para Maria Beatriz Souza Dias, infectologista e coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Sírio Libanês, a lei é ineficaz. "Se você for única e exclusivamente pelo isolamento de bactérias, você vai ver que no estetoscópio, no celular você também encontra esse tipo de agente, provavelmente se você cultivar as canetas também vai encontrar esse tipo de agente, ou seja, tudo aquilo que a mão toca pode veicular bactérias hospitalares e não hospitalares", afirmou ao site G1.
No lugar da lei, Maria Beatriz disse preferir ver uma grande campanha para conscientizar a população, inclusive os médicos, da importância de lavar as mãos. "É parte da cultura e as pessoas sabem que elas devem higienizar as mãos, mas elas higienizam de uma forma geral, menos do que deveriam", comentou.
Exigência já existe desde 2005
O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) afirma que a lei apenas reforça uma exigência do Ministério da Saúde, que existe desde 2005. “É uma norma federal que já trata de vestimentas. Então, tudo aquilo que você utiliza dentro do hospital deve ficar dentro do hospital. Infelizmente, essa norma não é respeitada”, afirmou a conselheira do Coren-SP Maria Angélica Guglielmi.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Painel do BLOG impresso,pronto para exposição!

Artigo-Gincana de Genetica

ARTIGO
DOENÇAS GENÉTICAS
CRISTIANE SAMPAIO NASCIMENTO
ESTUDANTE DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE LEÁO SAMPAIO,TURMA 106.1
DOENÇAS GENÉTICAS

RESUMO
 Apresentar a definição de doenças genéticas e todos seus aspectos. Doenças que sem duvida, são as mais importantes ameaças para a saúde humana e que atualmente acometem populações e que seus fatores são desconhecidos por muitos. Definir de uma maneira clara um pouco sobre algumas doenças.

INTRODUÇÃO
É importante que as pessoas compreendam que doença genética não é sinônima de doença hereditária. Doença genética é todo e qualquer distúrbio que afete nosso material genético. Portanto, qualquer doença não infecciosa, não contagiosa que afete o material genético, em maior ou menor escala, é uma doença genética. Câncer, por exemplo, é uma doença genética, assim como hipertensão, diabetes e obesidade.Algumas características genéticas dependem não só dos genes, mas também de ambiente favorável para manifestar-se. Outras, como as hereditárias, dependem só dos genes. 
O que é uma doença genética?
        A doença genética é uma doença que é causada por uma anomalia no genoma de um indivíduo. A anomalia pode variar de minúscula para as principais - a partir de uma mutação discreta em uma única base no DNA de um único gene para uma anomalia cromossômica grave, envolvendo a adição ou subtração de um cromossomo inteiro ou um conjunto de cromossomos. Algumas doenças genéticas são herdadas dos pais, enquanto outras doenças genéticas são causadas por alterações adquiridas ou mutações em um gene preexistente ou grupo de genes. As mutações ocorrem ao acaso, ou seja, devido a alguma exposição ambiental.  
 Os quatro tipos de doenças genéticas são:
       Single-gene/monogenic: Nesta categoria, o ponto de partida é uma mutação / alteração de um gene. A próxima pergunta é como uma mudança na seqüência de um único gene pode causar doenças graves. Os genes codificam proteínas que são algumas das ferramentas mais importantes para os seres vivos, e também ocorrem nas estruturas das células. Os resultados de uma mutação que ocorre em uma parte do gene que codifica uma parte funcional de uma proteína são bem vindos. A proteína não é mais funcional e como resultado, muitas conseqüências graves acontecem. Quase 6.000 únicas desordens do gene são conhecidas e estima-se que uma em cada 200 recém-nascidos encara uma desordem genética de um único gene. Algumas delas são as anemias falciformes, fibrose cística, síndrome de Aicardi, doença de Huntington.
Multifatorial: O segundo tipo de doenças genéticas humanas é causada por mutações em mais de uma genes. O ambiente combina-se com estas mutações para essas doenças aparecerem. Podemos facilmente concluir que os distúrbios poligênicos são mais complicados do que o tipo anterior (doenças de gene único). Essas anormalidades também são difíceis de analisar, porque há muitos fatores que os pesquisadores devem ter em consideração a fim de chegar a algumas conclusões úteis. Muitas conhecidas doenças crônicas são doenças multifatoriais genética. Todo mundo sabe Alzheimer, diabetes, obesidade e artrite. Além de vários tipos de câncer são causados por mutações múltiplas.
Cromossômicas: Cromossomos são grandes moléculas de DNA composto de genes. Os cromossomos estão localizados no núcleo das células. Anormalidades na estrutura, número (e não só) dos cromossomos podem causar alguns dos distúrbios mais perigosos genética. Este tipo de distúrbios parecem ser muito mais fácil de observar porque são, às vezes, detectada através de exame com microscópio. Síndrome de Down é a doença mais conhecidas causadas por anormalidades cromossômicas.  
Mitocondriais : Não é uma situação comum. O DNA mitocondrial é uma molécula de DNA encontrado nas mitocôndrias (fora do núcleo) - uma organela necessária para a respiração celular. As mutações no DNA mitocondrial também podem causar anomalias indesejáveis. 
Câncer
O câncer é considerado uma das maiores causas de morte no mundo e é definido como uma doença genômica, surgindo como consequência de alterações cumulativas no material genético (DNA) de células normais, as quais sofrem transformações até se tornarem malignas. A carcinogênese resulta de múltiplas etapas e pode envolver dezenas, até centenas, de genes, por meio de mutações gênicas, quebras e perdas cromossômicas, amplificações gênicas, instabilidade genômica e mecanismos epigenéticos, sendo os principais grupos de genes envolvidos nesse processo: proto-oncogenes, genes supressores de tumor e genes relacionados ao reparo do DNA. Existem vários tipos de câncer como: ovário, mama, pulmão, boca, próstata, gástrico e outros.
Alzheimer
A doença de Alzheimer e a forma mais comum de demência e e considerada como a quarta causa de mortes nos países desenvolvidos.A presença de fusos neurofibrilares é considerada fundamental para o desenvolvimento da DA, e sua concentração e distribuição têm sido consistentemente correlacionadas com a gravidade da demência
Obesidade
Diversos estudos demonstram de forma evidente a participação do componente genético na incidência da obesidade. Estima-se que entre 40% e 70% da variação no fenótipo associado à obesidade tem um caráter hereditário. A influência genética como causa de obesidade pode manifestar-se através de alterações no apetite ou no gasto energético. 
Diagnostico e tratamento
Diagnosticar corretamente é o passo fundamental para que seja iniciado um tratamento eficaz e, sempre que possível,específico. Quanto mais precocemente for feito o diagnóstico e instituído um tratamento, mais favorável será a evolução dos pacientes. Ainda que o prognóstico seja ruim, mesmo com tratamento, a confirmação do diagnóstico é importante para diminuir a ansiedade das famílias, para o aconselhamento genético e acompanhamento pré-natal em futuras gestações. Além disto, o diagnóstico de uma doença genética é importante para aumentar o conhecimento clínico e bioquímico a respeito das doenças metabólicas, mesmo que nem sempre seja possível salvar o paciente. Para que se consiga fazer um diagnóstico e estabelecer um tratamento, é fundamental a atuação de uma equipe multidiscilinar, que opera nas áreas da química e da saúde, trabalhando em conjunto, somando esforços e conhecimentos pertinentes a cada um.Somente assim, haverá possibilidade de proporcionar uma melhor qualidade de vida a estes pacientes.
CONCLUSÃO
As doenças genéticas são doenças incuráveis, sendo que algumas têm tratamento. Em vários casos existem genes que aumentam os fatores de risco para outras doenças. Entre os adultos com doenças crônicas, 10% têm algum problema de origem genética, e 33% das internações pediátricas tem problemas genéticos associados. É muito importante que haja o diagnostico precoce, pois a identificação, quanto mais cedo identificada, melhor será o tratamento da doença. È importante ressaltar o apoio familiar que é de suma importância para quem está submetido a esses tipos de doença. 






terça-feira, 31 de maio de 2011

PARA O PROF. FLAVIO, ALGUNS LINKS das tarefas



FICHAMENTOS


MARCA PAGINAS :


VISITA NA APAE:


ENTREVISTA:


DIVULGACAO DA APAE E DO VIDEO DOS COLEGAS 


DIVULGACAO DO BLOG: 


PROFESSOR FLAVIO, EM BREVE POSTAREI O VIDEO E O ARTIGO PARA CONCLUSÃO DAS TAREFAS!



FICHAMENTOS PRONTOS,ESSE É O 10!!!

Fisiopatologia das doenças falciformes: da mutação genética à insuficiência de
múltiplos órgãos
The pathophysiology of sickle cell disease: from the genetic mutation to multiorgan disfunction
Rev. bras. hematol. hemoter. 2007;29(3):207-214 Zago MA et al
Marco Antonio Zago1,2
Ana Cristina Silva Pinto2
Gincana de genética
Ficha de resumo
            As principais alterações fisiopatológicas das doenças falciformes são revistas, levando em conta três níveis: a) moléculas e células, b) tecidos, c) organismo completo. Dedica-se especial atenção aos fenômenos inflamatórios crônicos, moléculas de adesão expressas anomalamente, interação entre hemácia falciforme, células endoteliais, leucócitos e plaquetas e fisiopatologia da vaso-oclusão.
            As manifestações clínicas das doenças falciformes derivam diretamente da anormalidade molecular representada pela presença da hemoglobina S (HbS). O fenômeno de falcização tem condicionantes que o facilitam ou dificultam. Para que as moléculas de HbS se agreguem é necessário que, além de desoxigenadas, estejam em elevada concentração, o que facilita sua associação.
            As doenças falciformes caracterizam-se por manifestações inflamatórias crônicas. De fato, parece que a gênese de grande parte das manifestações clínicas dessas doenças liga-se a três mecanismos inter-relacionados: a) adesão de
eritrócitos, granulócitos, monócitos e plaquetas ao endotélio  vascular; b) fenômenos inflamatórios crônicos, exacerbados por episódios agudos; c) produção de intermediários inflamatórios, como citocinas e alterações do metabolismo de NO.
            A adesão de eritrócitos ao endotélio vascular é provavelmente o mecanismo primário pelo qual as alterações moleculares que ocorrem na hemácia são transmitidas aos tecidos.
            Os eritrócitos falciformes expressam maior número de moléculas de adesão (PS, CD36, CD47, CD49d e BCAM/LU) na superfície externa da membrana celular do que eritrócitos normais (Tabela 3). Essas moléculas favorecem a interação com o endotélio e com outras células, propagando o processo de vaso-oclusão.
            A fosfatidilserina (PS) é uma molécula de adesão presente em maior quantidade na parte interna da membrana celular do que exposta na superfície de eritrócitos normais, mas em uma parcela dos eritrócitos falciformes essa proporção se inverte.
            As plaquetas ativadas dos pacientes com doença falciforme expressam maior quantidade de P-selectina (CD62p), que favorece a ligação com o endotélio e com neutrófilos via PSGL-1 e de αvβ3 (CD61), receptor de vitronectina.
            O estado inflamatório crônico que ocorre nos pacientes com doença falciforme é decorrente de diversos fatores que se interligam e se retroalimentam, formando um ciclo inflamatório permanente.
            NO causam redução local desta substância e vasoconstrição.O fenômeno de vasoconstrição, por sua vez, retarda o fluxo sangüíneo e favorece a falcização das hemácias falciformes.
            A principal causa da anemia nesses pacientes é a menor sobre vida das hemácias; trata-se, pois, de anemia hemolítica, com aumento da bilirrubina indireta, hiperplasia eritróide da medula óssea e elevação dos reticulócitos. A dor no paciente falciforme pode ser um sintoma agudo ou crônico. A evolução das doenças falciformes é marcada por um amplo espectro de complicações clínicas, que atingem a maioria
dos órgãos e aparelhos.
            Algumas características genéticas têm grande importância na gravidade clínica da doença, porque determinam a concentração intracelular de HbS.

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rbhh/v29n3/v29n3a03.pdf

O que nos disse o nosso querido Gilberto Puca, agora esta publicado,vejam!

Saúde amplia financiamento de laboratórios de prótese dentária
O Ministério da Saúde está ampliando o acesso da população às ações de reabilitação em saúde bucal no Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, o governo federal reajustou o valor da prótese dentária (dentadura) de R$ 60,00 para R$ 100,00, um aumento de 66% pago por procedimento. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta semana. O investimento adicional - R$ 7,8 milhões, por ano - ampliará o financiamento dos Laboratórios Regionais de Prótese Dentária (LRPD) implantados no país. Os recursos serão incorporados ao Teto Financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC) dos 26 estados, Distrito Federal e municípios.
Com a criação dos LRPD, em 2005, a rede pública de saúde passou a ofertar as próteses, ampliando a cobertura e o acesso aos serviços de saúde bucal. Atualmente, estão em funcionamento 677 unidades em todo o Brasil. Para o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, a ampliação deste tipo de atendimento é mais um passo no sentido de cumprir a meta do governo federal de universalizar o acesso às próteses dentárias no Brasil. “Esta medida amplia e potencializa a assistência em reabilitação dentária para os usuários do SUS”, destaca.

NOVO MODELO TRIDIMENSIONAL DE DENTE HUMANO

Cientistas brasileiros desenvolvem modelo tridimensional de dente humano
Os cirurgiões-dentistas e professores da UNIFESP, Mônica e Silvio Duailibi, dão o primeiro passo para a reprodução fidedigna do dente humano por meio do processo de fabricação aditiva, técnica que utiliza modelos computacionais.  O estudo foi desenvolvido em parceria com o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, órgão de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia.
A fabricação aditiva, também conhecida como prototipagem rápida, possibilita produzir protótipos diretamente do modelo virtual tridimensional a partir de dados obtidos em tomografias ou ressonâncias magnéticas. A pesquisa será publicada neste ano no periódico americano Artificial Organ.
De material biodegradável, as estruturas dos molares gerados pela técnica 3D já estão sendo testadas pelos pesquisadores na fase pré-clinica, com o cultivo de células-tronco adultas humanas em ratos. Em 2004, o casal de pesquisadores conseguiu construir coroas dentais no abdômen de ratos por meio da Engenharia Tecidual e, quatro anos depois, fazer com que as coroas se desenvolvessem nas mandíbulas dos animais a partir de células-tronco adultas extraídas de dentes da mesma espécie.
Busca pelo biomaterial ideal
Para que haja a regeneração das estruturas calcificadas do dente humano é preciso encontrar o biomaterial ideal para a construção das estruturas que receberão as células-tronco. Com a obtenção desse componente para a interação das células-tronco e a certeza de que essas células ficarão estáveis e não se transformarão em tumores, o próximo passo será iniciar os estudos em seres humanos.

ENZIMA QUE PODE PRODUZIR LUZ.


Pesquisadores da UFSCar estudam 


enzima semelh

ante à dos vagalumes


Trabalho que analisa ação da luciferase será publicado em revista científica.
No futuro, técnica da bioluminescência pode ter fim médico e ambiental.

Uma enzima capaz de eliminar substâncias tóxicas, metabolizar gorduras, sintetizar pigmentos em plantas e até produzir luz. No caso dos vagalumes, este é o papel da luciferase, que encontra correspondentes em todas as células da natureza – com funções diferentes em cada uma. Atualmente, essa enzima começa a ser usada em estudos médicos, farmacêuticos, biotecnológicos e ambientais, como marcador celular. Países como Japão, EUA e Europa estão na vanguarda dessa área.
“A técnica da bioluminescência pode acompanhar em tempo real o progresso de uma doença, por exemplo. O DNA da enzima é isolado e transferido para bactérias, e, se um antibiótico funcionar, os micro-organismos morrem e a luz acaba”, explica o pesquisador Vadim Viviani, do Laboratório de Bioquímica e Biotecnologia de Sistemas Bioluminescentes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), campus de Sorocaba (SP). Ele estuda o assunto há 15 anos e publicará, no fim do mês, um trabalho na revista britânica "Photochemical and Photobiological Sciences".
Vagalumes  (Foto: Divulgação/UFSCar)Acima e no canto inferior esq.: três tipos de vagalumes que vivem no Brasil. No canto inferior dir.: larva de besouro usada nas pesquisas, com imagem de fotodetecção que mostra a luz (Foto: Divulgação/UFSCar)
No futuro, o método também pode servir para analisar processos de metástase de câncer e ser uma alternativa para diagnóstico em humanos, substituindo a ressonância magnética e a tomografia por emissão de pósitrons (PET). “Por enquanto, só há testes em animais, e ainda não podemos correr o risco de avaliar pessoas”, alerta Viviani.
A origem, o funcionamento e a evolução da atividade bioluminescente da luciferase e de suas análogas, porém, ainda são desconhecidos. Mas os “interruptores” começam a ser desvendados. Nos últimos anos, Viviani e a estudante de doutorado Rogilene Prado têm comparado a enzima dos vagalumes a uma semelhante encontrada em larvas de besouros brasileiros (Zophobas morio), chamada de ligase ou protoluciferase.
Ela foi isolada e clonada em laboratório, por meio de técnicas de engenharia genética, e os animais, então, adquiriram uma luminosidade fraca, invisível a olho nu. O grupo da UFSCar, formado também por estudantes de iniciação científica, doutorado e pós-doutorado, identificou que a mutação de um aminoácido aumenta a atividade luminescente da enzima.
A descoberta, que ainda não tem aplicação prática, mas deve ser patenteada, pode abrir caminho para que outras enzimas parecidas se tornem luminescentes e adquiram interesse médico ou ambiental. Com isso, os pesquisadores brasileiros pretendem desenvolver uma nova enzima tão ou mais eficiente que a luciferase na tentativa de, por exemplo, remover compostos tóxicos e se tornar competitivos no mercado. “O estudo abre, ainda, possibilidades para a capacidade de produção de luz em enzimas humanas”.



domingo, 29 de maio de 2011

sábado, 28 de maio de 2011

Relatiros Sobre a APAE!!! Confiram!

 Raianne Santos: http://raiannesantos.blogspot.com/2011/05/o-hoje-nao-foi-qualquer-dia.html

Karina Macêdo: http://karinagmacedo.blogspot.com/2011/05/visita-apae.html

Eugênia Freire: http://eugeniafreireantero.blogspot.com/2011/05/visita-apaeprimeira-tarefa-da-ginetica.html

Thayne Andrade: http://thayneandrade.blogspot.com/2011/05/visita-apae.html

FICHAMENTO-8!

Clonagem humana

Estudos Avançados
Print version ISSN 0103-4014
Estud. av. vol.18 no.51 São Paulo May/Aug. 2004
ÉTICA E CIÊNCIAS DA VIDA

Clonagem humana
Dráuzio Varella

Gincana de genética-artigo 10
Ficha de resumo

         Segundo o artigo escrito por um grande medico, Dr.Dráuzio Varella, cancerologista, e um dos pioneiros no tratamento de Aids no Brasil, Para ele seria um crime permitir a clonagem de seres humanos. Da mesma forma,também como crime, impedir por lei o uso de células-troncos embrionárias no tratamento de doenças graves.
            Entendendo um pouco nossas origens. Quando um espermatozóide fecunda o óvulo na trompa, a célula resultante faz duas, quatro, oito... cópias idênticas de si mesma. Após 72 horas, já surgiram cerca de cem células agrupadas (o blastocisto) que vão se implantar no útero.
            Na fase em que o embrião tem de 32 a 64 células, elas se organizam segundo dois destinos: as que estão situadas mais externamente darão origem à placenta e à bolsa amniótica; as da parte interna, muito mais versáteis, irão formar todos os tecidos do futuro organismo. Essas células pluripotentes, capazes de se diferenciar em mais de duzentos tipos celulares para constituir tecidos como fígado, coração, pulmão, recebem o nome de células-tronco. À medida que as células-tronco do blastocisto continuam a multiplicar-se, essa capacidade de formar qualquer tecido é perdida.
            No sec.XX, uma das descobertas fantásticas foi à clonagem da ovelha Dolly. Nesse experimento, pesquisadores escoceses retiraram o núcleo contendo material genético (DNA) de um óvulo e nele introduziram o DNA retirado de uma célula mamária adulta, já diferenciada. Para surpresa do mundo, depois de quase trezentas tentativas, a célula resultante gerou Dolly.
            A importância dessa descoberta que dará a Ian Wilmut e seus companheiros do Instituto Roslin um futuro Prêmio Nobel de Medicina, foi demonstrar que células adultas podem ser reprogramadas e voltarem a formar células-tronco.
            Existem dois tipos de clonagem: reprodutiva e clonagem terapêutica. Na clonagem reprodutiva, o núcleo de uma célula adulta é introduzido no óvulo "vazio" e transferido para um útero de aluguel, com a finalidade de gerar um feto geneticamente idêntico ao doador do material genético e na clonagem terapêutica, as células-tronco jamais serão introduzidas em algum útero.
            Dr.Dráuzil Varella afirma que a clonagem reprodutiva deve ser proibida por lei, porque não existe a menor segurança de que bebês gerados por meio dela serão bem formados. Na clonagem terapêutica, no entanto, os tecidos são obtidos em tubos de ensaio.
            A clonagem terapêutica oferece a possibilidade de repor tecidos perdidos por acidente ou pelo passar dos anos e de tratar doenças neuromusculares, infartos, derrames cerebrais, Alzheimer e outras demências, cegueira, câncer e muitas outras.
            A Câmara dos Deputados, pressionada pelas bancadas religiosas, votou a Lei de Biossegurança, banindo do universo científico qualquer tipo de clonagem. Dentre os argumentos está de que o homem assumiria o papel de Deus no mundo.
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142004000200018&lang=pt

Fichamento 9!


Evidências de genes associados a acidente vascular cerebral

Revista da Associação Médica Brasileira
Print version ISSN 0104-4230
Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 no.3 São Paulo  2009

Raymundo Soares Azevedo

Gincana de genetica-artigo 9
Ficha de resumo

        
         O artigo aborda aspecto importantíssimos, pois os dados para 2006 publicados pelo DataSus do Ministério da Saúde do Brasil em sua página na internet, as doenças do aparelho circulatório respondem por quase um terço como causa principal, das quais as doenças cerebrovasculares concorrem sozinhas pelas primeiras posições com outros grupos importantes de causa mortis como as neoplasias e as causas externas de morbidade e mortalidade, respectivamente a primeira e segunda colocada.
        
         Segundo o artigo entre os vários fatores que contribuem para a ocorrência do acidente vascular cerebral (AVC) estão aqueles de base genética, reconhecidos a partir de estudos entre familiares, especialmente irmãos gêmeos, apesar de ainda não ter sido descoberto um ou mais genes associados a esta doença.

         Em estudos recentemente publicados foram encontrados uma associação entre a ocorrência de AVC com polimorfismos do cromossomo 12. Os autores realizaram uma análise em quatro coortes, envolvendo 19.602 indivíduos, dos quais 1.544 sofreram um AVC durante o período de estudo; seus genótipos foram testados para para 2,5 milhões de polimorfismos de nucleotídeo único.

         Os achados relevantes deste estudo, os autores apontam dois SNPs localizados no cromossomo 12p13 que mostraram significância na associação com acidente vascular cerebral, sendo que os genes mais próximos destas posições neste cromossomo são o NINJ2 (nerve injury induced protein - ninjurin2) e o WNK1.

         Esta estratégia de comparar SNPs de indivíduos que apresentam determinada doença com os SNPs de grupos que não desenvolveram a doença tem se mostrado útil para os estudos de certas doenças.


Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
42302009000300007&lang=pt