sábado, 28 de maio de 2011

FICHAMENTO 7!

Um novo método para avaliar as inclinações dentárias utilizando a tomografia computadorizada


Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial vol.10 no.5 Maringá Sept./Oct. 2005
Leopoldino Capelozza FilhoI; Liana FattoriII; Liliana Ávila MaltagliatiIII

Gincana de Genética
Ficha de resumo-7
               
            As inclinações e angulações dentárias são objetos de estudo da Ortodontia desde a época em que Angle, em 1928, sistematizou o tratamento ortodôntico, desenvolvendo o aparelho arco de canto, cujas inclinações e angulações dentárias são modificadas pelos arcos, conforme inseridos nas canaletas dos braquetes
            As inclinações foram estudadas por diferentes autores, que publicaram análises cefalométricas apoiadas em um posicionamento dentário ideal, com o objetivo de propor diferentes condutas ortodônticas
            Zanelato19 avaliou 60 modelos de gesso de indivíduos brasileiros com oclusão normal natural, com o objetivo de verificar se, na população brasileira, os valores propostos por Andrews seriam corretamente empregados
            A evolução da Imaginologia na Odontologia, no entanto, vem disponibilizando meios diagnósticos precisos, com grande confiabilidade e detalhamento de estruturas em três dimensões. Exemplos disto são os exames tomográficos, cada vez mais utilizados em todas as áreas da Odontologia. A tomografia computadorizada (TC) permite a reconstrução de áreas anatômicas e a visualização em três dimensões, revelando informações sobre tamanho, forma e textura.E um importante instrumento de guia para a Implantodontia, Radiologia e Estomatologia
            Com a fabricação do tomógrafo volumétrico e um software específico que permite a realização de mensurações nos cortes tomográficos realizados, surge uma nova possibilidade de metodologia de avaliação das inclinações e angulações, com uma representação fiel das estruturas dentárias
            O último avanço tecnológico em diagnóstico por imagem é a representação digital da anatomia do paciente, exatamente como ela se apresenta. A tomografia computadorizada é o exame de escolha para a análise de componentes ósseos e estruturas dentária.
            A tomografia computadorizada volumétrica fornece detalhada identificação das estruturas anatômicas e inúmeras mensurações em diversos planos, sendo já muito utilizada para diversos fins na Odontologia
            Na Ortodontia, a utilização dos exames tomográficos auxilia no diagnóstico e planejamento de dentes impactados, principalmente caninos; em casos difíceis nos quais a ancoragem deve ser incrementada com elementos adicionais
            Com os avanços tecnológicos nos exames por imagem, a possibilidade de se ter a melhor visualização da região selecionada, sem distorções, com baixa dose de radiação ao paciente, sem magnificação, fácil manuseio, e ainda com baixo custo, faz com que cada vez mais profissionais optem pelas tomografias

Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-54192005000500004&lang=pt

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Entrevista com a Dra. Sally Lacerda Pinheiro

ENTREVISTA

NOME COMPLETO:Sally de França Lacerda Pinheiro
Juazeiro do Norte-Ce

1-QUAL SUA ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO?
Em Odontologia sou Implantodontista, mas também sou professora do curso de medicina na área de Biologia Celular e Molecular
2- QUAL A RELAÇÃO DA GENÉTICA COM SUA ESPECIALIZAÇÃO?
Existem mecanimos moleculares associados a reabsorção óssea que tem caráter genético, podendo levar a uma diminuição do capital ósseo. Este pode ser um obstáculo para a reabilitação com implantes dentais, por exemplo.
3-E COM A ODONTOLOGIA?
Existem muitas doenças  genéticas com repercussão nas estruturas oro-faciais. Além de polimorfismo associados à predisposição a doenças periodontais.
4-VOCE ATENDE MUITOS CASOS DE PESSOAS COM REABSORÇÃO  ÓSSEA? O QUE FAZER COM ESSES PACIENTES?
Sim. Na implantodontia nos deparamos com esse problema rotineiramente. Quando o paciente perde o dente, o osso alveolar tende a reabsorver. Isso se agrava se as ausências dentarias forem múltiplas. A solução para reabilitar esses pacientes é a reconstrução através de enxerto ósseo, que pode ser do tipo autógeno (do próprio individuo), alógeno (osso de banco – doador da mesma espécie), xenógeno (osso de origem animal) ou aloplástico (quando se utiliza biomateriais). A pesquisa atual tem se focado no uso de moléculas bioativas, como os fatores de crescimento, assim como na terapia celular através do uso de células-tronco. Mas essas duas últimas opções estão ainda em fase de estudo.
6-A DOENÇA PERIODONTAL PODE SER CONSIDERADA COMO UMA DOENÇA DE ALTO RISCO?
Se você fala de alto risco de perda dental, sim. Juntamente com a cárie dental, elas são as maiores responsáveis pelas extrações dentais.
Podemos enxergar também a doença periodontal de forma sistêmica. Assim, ela apresenta-se como fator de risco para a saúde geral do paciente. Muitos estudos já provaram a relação da doença periodontal com o risco de desenvolver doenças coronarianas, septissemias, e até risco de parto prematuro e bebês de baixo peso para as gestantes portadoras da doença periodontal.
7-VAMOS FALAR AGORA SOBRE SUA ESPECIALIDADE; QUANTO TEMPO VOÇÊ TRABALHA COM IMPLANTES?QUAL A CHANCE DE UM IMPLANTE DAR CERTO?
Trabalho com implantes há 11 anos.
O sucesso do implante é considerado quando a prótese foi instalada e o implante está funcional por 1 ano. Para que isso ocorra é necessário atentar para vários fatores como: planejar corretamente as etapas cirúrgicas e protéticas, obedecer o protocolo cirúrgico, instalar uma prótese balanceada e ter sempre a colaboração do paciente quanto a higienização. Obedecendo a esses critérios o implante terá 98% de chances de dar certo.
8-QUAIS OS RISCOS CIRÚRGICOS COM RELAÇÃO À CIRURGIA DE IMPLANTE?
Além dos riscos inerentes a qualquer cirurgia oral menor, como hemorragias e infecções pós-operatórias, os implantes mal planejados podem ser instalados em áreas anatômicas nobres. A conseqüência é principalmente a parestesia – quando o implante está muito próximo ao nervo. Hoje podemos controlar muito bem o posicionamento dos implantes, através da tomografia conebean, e das cirurgias guiadas por computador.
9-QUANTO TEMPO DURA UM IMPLANTE? QUAL SUA VIDA ÚTIL?
O implante não tem prazo. Normalmente é a coroa sobre o implante que é trocada caso haja fratura, desgaste ou alteração de cor.
10-QUAIS AS VANTAGENS DO IMPLANTE EM RELAÇÃO À PRÓTESE CONVENCIONAL?
O implante unitário tem uma enorme vantagem em relação à prótese fixa pois não é necessário desgastar os dentes vizinhos para servir de pilares. Além disso, o implante permite uma higienização mais simples, pois não há necessidade da utilização de passa-fio, como é o caso das próteses fixas. Em relação às próteses totais, os implantes vão auxiliar na retenção e estabilidade da prótese.
11-ELES PODEM SUBSTITUIR AS PRÓTESES CONVENCIONAIS COMO PONTE FIXA, PRÓTESE REMOVÍVEL OU TOTAL?
Quando houver suporte osse suficiente, sem duvida.
12-PELO FATO DE SER UM MATERIAL ESTRANHO, EXITEM RISCOS DE REJEIÇÃO OU DE CONTAMINAÇÃO COM VÍRUS POR EXEMPLO? COMO UM IMPLANTE É ESTERELIZADO?
O implante é composto essencialmente de titântio, que é um material inerte e biocompatível com os tecidos vivos. Não há rejeição, o que pode haver é uma fibrointegração e impedir que o implante osseointegre. 
O implante é esterilizado por raios gama.
13-QUANTO A IDADE, QUALQUER PESSOA PODE FAZER UM IMPLANTE?
Os implantes são indicados quando o crescimento já cessou, ou seja, depois dos 18-20 anos. Quando aos pacientes idosos, se eles estiverem com a saúde geral em ordem, não há contra-indicação.
14-PRA FINALIZAR,GOSTARIA DE SABER SE QUEM TEM PREDISPOSIÇÃO PARA PLACA BACTERIANA PODE FAZER IMPLANTE?
A placa bacteriana forma um biofilme na superfície de todos os dentes, entretanto se o paciente não higieniza corretamente, essa placa se acumula e causa doença periodontais e cárie. Portanto, nos pacientes que apresentam deficiência na escovação devem ser orientados quanto a higiene, pois o acumulo de placa poderá trazer problemas de periimplantite e a futura perda dos implante.

FICHAMENTO 6!

Novos genes que influenciam o comportamento humano
Ficha de Resumo
Artigo Gincana 6
Unidade de pesquisa médica em genética humana, CMN. SEC. XXI,IMSS,México,D,F,México
GEC.Med,Mexico,v 142,n. 3 pode México/Jun 2006
               
                A um grande desafio em genética humana contemporânea era desvendar o envolvimento de genes no comportamento.
            A doação genética do sujeito e das variáveis de natureza ambiental é complexa, a primeira aproximação de importância para tentar elucidar o componente genético do comportamento ambiental foi comparar a concordância entre gêmeos monocigotos e dicigóticos para características diferentes da personalidade.
            A primeira parte tem a mesma carga genética, como é o caso com nossos irmãos e nossos pais, metade dos genes em comum. Em alguns casos, tais como esquizofrenia, a concordância entre gêmeos monocigotos é mais de 10 vezes maior do que o encontrado no dicigotos.
            Mesmo se removidos variáveis das medidas ambientais e comparados resultados entre os gêmeos quando um deles é cedido para adopção, a concordância entre os gêmeos que permanecem com seus pais biológicos e os crescentes com seus pais adotivos continua a ser muito mais elevado entre as gêmeas monocigotos e entre os dicigotos, que mostra claramente o envolvimento de genes no comportamento.
            O projeto genoma humano e o advento da medicina genômica, não poderiam deixar de falar sobre esse importante assunto. Assim pode ser capaz de descobrir vários genes envolvidos na predisposição para condições relativamente comuns, como esquizofrenia, transtorno bipolar, autismo ou doença de Alzheimer.
            Uma constatação, no entanto, de particular importância é o recente relatório da Millar e cols, que acham que alterações no gene chamando (interrompido na esquizofrenia 1) permite clarificar a relação entre esquizofrenia e psicose afetiva.
            Eles fizeram o estudo e perceberam que uma alteração cromossômica, interrompe o gene feche em uma árvore de família extensa, de uma família escocesa que a translocação consagra com esquizofrenia em 7 casos, com transtorno bipolar 1 em transtorno afetivo eram semelhantes em 10 casos.
            O SNP (polimorfismo de nucleotídeo único) envolve a alteração de serina, cisteína na posição 704 do gene feche está associado com esquizofrenia, com variações no tamanho do hipocampo e alterações em algumas funções cognitivas, mas não tinha demonstrado que a redução na proteína codificada pelo gene feche estão associados com perturbações esquizofrênicas.
            Os autores encontraram outro paciente com esquizofrenia, não relacionada à família anterior, mas portador de uma translocação t (1, 16) (p31.2), P21 que perturba o gene da fosfodiesterase 4B que interage fortemente com o gene feche e é o único mecanismo para inativar a AMP cíclico (camp) intracelular.
            Vários genes candidatos se encontravam em diferentes cromossomos2 mas o achado mais convincente é recentemente informadas por Abelson e cols.3 quem identificou um paciente com Gilles de la Tourette Syndrome com uma inversão do braço longo do cromossomo 13 com pontos de interrupção em q31.1 e q 33,1 [investidor (13)(q31.1;q33.1)]. Não havia nenhuma história familiar da entidade que é por isso que os autores3 cuidadosamente estudado o desmembramento dos sites translocação para determinar os genes que foram interrompidos.
            Estes desenvolvimentos contribuem fortemente para esclarecer os mecanismos moleculares subjacentes a aparência de patologia do comportamento e novas possibilidades para fornecer melhores tratamentos.

FONTE: http://www.bscs.org/pdf/behavior.pdf

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fichamento:Biologia molecular da doença de Alzheimer:

Biologia molecular da doença de Alzheimer:
uma luz no fim do túnel?

Gincana-artigo 4
Ficha de resumo

O.P. ALMEIDA
Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP.
Rev Ass Med Brasil 1997; 43(1): 77-81

               
               
                Segundo o artigo, as Nações Unidas estimaram que a população mundial era de 5,1 bilhão de pessoas. Indivíduos acima de 60 anos de idade representavam 9% do total, 16% daqueles vivendo em países desenvolvidos e 7% em nações do 3o mundo. Essa diferença proporcional deveu-se, basicamente, a dois fatores: maior taxa de natalidade de países em desenvolvimento quando comparada à de países desenvolvidos, e uma expectativa de vida ao nascimento de apenas 60 anos em nações menos desenvolvidas, comparada aos 73 anos de países do 1o mundo.
            A demência aflige, aproximadamente, 5% da população com idade acima de 65 e 20% daqueles acima de 80 anos. Espera-se um aumento no número de casos de demência de 54%, em países desenvolvidos, e de 123%, em despreparados países em desenvolvimento, como o Brasil.
            A doença de Alzheimer (DA) é a forma mais comum de demência e é a quarta causa mais freqüente de morte em países desenvolvidos.
            As características básicas da DA foram descritas, no início deste século, por Alois Alzheimer que investigou uma senhora e percebeu que sua memória deteriorou rapidamente e ela passou a apresentar parafasias, apraxia e desorientação espacial. A paciente faleceu quatro anos e meio após o início dos sintomas.
            Os achados de Alzheimer serviram como base para a investigação de três grandes áreas: quadro clínico e progressão dos sintomas; anatomopatologia; e correlação entre o quadro clínico e a patologia cerebral.
            A biologia Molecular surgiu como uma nova área para o estudo da doença quando importantes avanços metodológicos e tecnológicos permitiram a abertura desse estudo. A presença de fusos neurofibrilares é considerada fundamental para o desenvolvimento da DA, e sua concentração e distribuição têm sido consistentemente correlacionadas com a gravidade da demência.
            Os fusos neurofibrilares são predominantemente formados por acumulações de pares de filamentos espiralados (PHF), e que a proteína associada a microtúbulos — tau — é um de seuscomponentes fundamentais.
            Em 1992,verificou-se a existência de uma ligação entre o cromossomo 14 e aDAF. Esse gene foi localizado recentemente, no braço longo do cromossomo 14, entre as regiõesD14S289 e D14S5337, e parece ser responsável por, aproximadamente, 3/4 do número total de casos de DAF (transmissão autossômica dominante).
            Recentemente, Schachter et al.49 demonstraram que pessoas que possuem o alelo e2 têm maior probabilidade de se tornarem centenárias que aquelas com o alelo e3, que, por sua vez, parecem ter maior sobrevida que pessoas com o alelo e4.
            Existem evidências de que populações diferentes apresentam freqüências diferentes de alelos, o que sugeriria que a prevalência e incidência de DA pode variar sensivelmente entre raças.


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/ramb/v43n1/2078.pdf

Mais um fichamento!!! Não deixem de ler,esse é muito importante!

Genética do Câncer Hereditário
Genetics of Hereditary Cancer

Gincana-artigo 4
Ficha de resumo

Revista Brasileira de Cancerologia 2009; 55(3): 263-269
Revisão de Literatura
Câncer Hereditário
Artigo submetido em 17/12/07; aceito para publicação em 22/5/09
Dantas ÉLR, et al.          
               
                O câncer é a doença que mais causa mortes no mundo. devido a isso, ele tem sido alvo de inúmeras pesquisas, entre as quais se descobriu sua relação com  a hereditariedade.O câncer decorre de alterações em oncogenes, em genes pertencentes ao grupo supressor tumoral ou em genes do grupo que repara o DNA. Muitos desses genes já foram descobertos, identificados e relacionados a certos tipos de câncer.
            O câncer é considerado uma das maiores causas de morte no mundo e é definido como uma doença genômica, surgindo como consequência de alterações cumulativas no material genético (DNA) de células normais, as quais sofrem transformações até se tornarem malignas1.
            As síndromes de câncer hereditário são afecções genéticas, nas quais neoplasias malignas tornam-se mais prevalentes em indivíduos de uma mesma família. Elas ocorrem por transmissão vertical (de uma geração para outra), por meio de um padrão de herança mendeliano bem definido, em geral do tipo autossômico dominante, ou seja, 50% de risco de transmissão para a prole em cada gestação, independentemente do sexo.
            Sabe-se que o câncer de mama (CM) é mais comum em mulheres, com uma taxa de mortalidade de 10,44 mortes por 100 mil mulheres no Brasil, no período entre 2002 e 2004. Sua maior incidência foi particularmente mais evidenciada em mulheres pós-menopausa. Existem múltiplos fatores de risco associados ao desenvolvimento do CM, tais como: sobrepeso, alcoolismo, alterações hormonais, lesões mamárias em categoria de alto risco e existência de familiares próximos afetados pela enfermidade, sendo o último um dos de maior importância5,6.
            O câncer ovariano, no Brasil, foi responsável por 2,51 mortes por 100 mil mulheres, nos anos entre 2002 e 20046. Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 ocorrem em aproximadamente 90% dos cânceres em mulheres com histórias de câncer ovariano familiar.
            O câncer de cólon se apresenta sob a forma esporádica em cerca de 80% dos pacientes; os 20% restantes possuem componentes genéticos hereditários. A síndrome de câncer colorretal (CCR) hereditário se subdivide em polipose, que compreende a polipose adenomatosa familiar (PAF).
            O carcinoma medular de tireoide (CMT) é responsável por aproximadamente 5% a 8% de todas as neoplasias malignas da tireoide.
            O câncer de próstata é uma doença extremamente heterogênea com múltiplos loci contribuindo para sua susceptibilidade. A forma hereditária pode explicar a grande proporção dessa doença entre os homens jovens, ocorrendo em 10% a 20% dos casos do câncer de prostate.
            O câncer gástrico (CG) geralmente é um problema maior em países em desenvolvimento em relação aos países desenvolvidos.
            O carcinoma de células renais representa a terceira neoplasia geniturinária mais frequente, com aumento de sua incidência nos últimos 20 anos.
            É recomendado as famílias que possuem algum membro acometido por câncer  serem  instruídas quanto à possibilidade desse ser herdado e sobre a realização de um diagnóstico precoce, motivando a menor morbi-mortalidade na família e a melhoria da qualidade de vida.
            A triagem genética também é um método utilizado para detecção pré-sintomática e prevenção de doenças genéticas para que se possa iniciar um tratamento precoce e evitar ou atenuar conseqüências mais graves da doença.


Fonte: http://www.inca.gov.br/rbc/n_55/v03/pdf/67_revisao_literatura1.pdf
Cristiane Sampaio

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